O exibicionismo é algo muito marcante na nossa relação e é
claro, não poderia ficar de fora do nosso encontro, nesse texto irei falar dos
momentos que tivemos com exibicionismo, não em ordem, pois eles aconteceram
diversas vezes.
O TÁXI....
Entramos num táxi na rodoviária e nem percebi pra que lado
íamos, meu olhar estava fixo no SEU...me olhava com olhar de fome, de gula, as
covinhas sádicas ali, me dizendo que hoje o SÁDICO seria minha companhia...me
beliscava, apalpava, eu me abria cada vez mais dentro do vestido longo preto,
claro estava sem calcinha e sem soutien, e coloquei uma das pernas pra cima do
banco, o SENHOR pegou a cane, e foi passando pela minha perna, de levinho, fui
me abrindo, e de repente, lá estava ela lá, passeando pela minha buceta
encharcada, seu olhar de tesão me chamava, eu me ensopava, ficava arrepiada,
cada instante me abrindo mais, me acomodando no banco, buscando trazer mais a
cane pra buceta, até que ela entrou, me fudeu devagarinho...entrou e saiu..mais
de uma vez..gemidos escaparam dos meus lábios, ela entrava, saía, passeava pelo
meu grelo....
Me escorei na porta, e quando te olhei, o SENHOR me disse,
através de gestos que queria ver meu seios...sem pensar duas vezes seu pedido
foi atendido, seios a mostra, bicos durinhos, pele arrepiada, buceta sendo
acariciada pela cane, seu olhar me incendiando, e o taxista ali nos fazendo
companhia, olhando pelo retrovisor e acompanhando meu tesão através dos
olhares.
O MOTEL BDSM:
Chegamos no motel que tinha escolhido pra passarmos algumas
horas juntos, ao descer do elevador, caminhou na minha frente, pegou o celular
e me disse, agora vem de gatinha pra mim vem.
E eu fui, me abaixei, prendi o vestido que era longo com
dois nós nas coxas e lá fui eu desfilando de gatinha no longo corredor do
hotel...andava, calmamente, mãos fazendo patas de gata, olhar fixo no DONO,
soltando uns miados leves e baixos...te ver ali andando de costas, mirando sua
posse, fazia com que o tesão escorresse pelas minhas pernas...eu olhava para
todas as portas, uma vontade enorme que alguma de repente se abrisse e eu fosse
vista ali, completamente submissa as suas vontades e ordens.
A JANELA DO MOTEL BDSM:
Sim eu sou fumante, aliás um vício que pretendo eliminar da
minha vida esse ano, mas sempre busco não incomodar o DONO com o cigarro, e ao
avistar uma janela no quarto, e após ter passado por alguns momentos de prazer
e agonia, pedi autorização pra fumar um cigarro na janela, o SENHOR concedeu e lá
fui eu pra janela, mas só abrir a janela e fumar...ahhhh que graça tem né...e
lá fui eu me pendurar na janela, nua claro, cabelos soltos, coleira de strass
no pescoço, seios a mostra e um cigarro na mão...estávamos num andar baixo,
senão me engano o segundo, e quando olhei pra baixo, tinha um carro estacionado,
e um homem abrindo o carro, não sei porque mas justo naquele momento ele
resolveu olhar pra cima, e se deparou com uma gata pendurada na janela
fumando...ele ficou ali minutos, boquiaberto, apenas me olhando, dentro do
quarto, DONO ria e dizia, o que vc tá aprontando gatinha...e eu apenas
respondi, nada de muito grave, apenas me mostrando um cadinho pra um estranho
aqui na rua...rs..rs...escuto suas gargalhadas, mais uma vez olho pro meu fã,
vejo o desejo no olhar dele, mas o meu DONO me espera, acabou o cigarro, desço
da janela e volto pras TUAS mãos.
O BAR DAS QUENGAS:
Chegamos ao barzinho marcado pra conhecermos o LORDE e a
cadelinha Shikomi, ainda estava vazio, no Rio o sol ainda está quente as 18h,
logo eles chegam, começamos a conversar, nossas bolsas na mesa do lado, bar
ainda vazio, mas vai enchendo de gente e chegam pessoas pra ocupar a mesa que
nossas bolsas ocupavam, e quando vou tirar as bolsas o presente que ganhei da
cadelinha cai no chão, e é claro, sai do pacote, um plug, mega gigante e violeta....solto
uma gargalhada sonora e é como um sinal que me diz, deixa pra lá esse recato
todo gatinha, essa não é você.
Ai até foto com o presente na boca tirei....e ai a conversa
rolou solta, estávamos na mesa eu, o DONO, O SR Lorddório Carioca e sua cadelinha
Shikomi, e falávamos abertamente sobre o nosso mundo, as pessoas a nossa volta,
mas a nós nada disso importava, o importante era comemorar meu aniver e o nosso
encontro.
Gatas como todos sabem não comem com as patinhas, então a
todo tempo o DONO me alimentava com as mãos...que delícia, eu as vezes o
provocava dando leves mordiscadas em seus dedos, ou os lambendo com cara de
gatinha vadia que sou.
Conversa vai, conversa vem, e o presente de aniversário
entrou no assunto, a cane, DONO levou uma de presente para o casal de amigos,
eu estava de short, as pernas marcadas na parte de trás, ai brinquei dizendo,
ahhhh...num tenho marquinhas na frente, DONO ri, olha pra mim e diz, podemos
resolver isso...uiiii...me arrepio toda, me ensopo, pego a cane que estava nas
nossas coisas e a entrego pra ELE, e sinto, numa das pernas, na coxa...
uma...duas batidas, os vergões sobem na hora, na outra coxa, mais uma...fico
mole, de tesão, noto algumas pessoas nos olharem...mas e daí...rs...
De repente, confesso não me lembro bem o teor da conversa, e
o DONO meu diz, gatinha me reverencie....pronto, é como um clique na minha
mente....a escrava assume o seu papel, se levanta da cadeira, se prostra aos
pés do MESTRE, e o reverencia, lhe beijando os pés, com os joelhos arranhando
no chão, os cabelos longos arrastando na calçada suja, mas nada disso
importa...ela está ali apenas pra dar prazer ao MESTRE, pra mostrar que em
qualquer lugar, a todo o momento ela se lembre de quem ela é.
TUA escrava eterna
{agatha}_DOMMARCELO

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