Conforme
o nosso querido Aurélio o dicionário essa é a definição do exibicionismo:
s.m. Impulso mórbido de se exibir ou se mostrar em
público, ostentando-se por vaidade. / Perversão que consiste em gostar de
exibir as partes sexuais do corpo, de se desnudar em público.
Bem como praticante do
BDSM sou obrigada a discordar veementemente, e mais ainda, como escrava e
gatinha do DONO meu tenho que dizer, meu caro Aurélio você não viveu nada na
vida, não tem noção da delícia que é se exibir, não é mórbido, é entrega, não é
mera vaidade é orgulho de pertencer, e mesmo que seja um desnude em público,
não é o público que importa e sim aquele a quem pertenço, é o prazer e o desejo
DELE que me desnudam.
Somos sim exibicionista o
DONO e eu...nossas redes sociais estão ai e não nos deixam mentir...mas não o
fazemos apenas para mostrar peitos, bunda e marcas, fazemos pra mostrar o
quanto somos reais, o quanto nos desejamos e somos cúmplices.
No nosso encontro tivemos
muitos momentos de exibicionismo publico, vou agora contar cada um deles pra
vocês, preparem se pra rir conosco, sentirem tesão conosco e certamente alguns
vão dizer, são loucos...e sim nós somos...loucos que se encontraram e se
completaram na loucura...rs...rs...rs...
Ao sair de casa a gatinha
já se exibiu, num dia de chuva absurda ela colocou um macacão mega decotado,
seios a mostra, a marca da gatinha exposta, e lá foi ela ao encontro do DONO.
Chegando no hotel, vários hóspedes fazendo check in e check out pararam ao me
ver entrar, empinei o rabo imaginário e segui.
O DONO chegou, claro a
gatinha se mostrou pra ELE, se exibiu pra ELE...e tivemos nossa primeira noite
juntos e ao acordar no outro dia a gatinha abriu a janela do quarto, abriu as
cortinas pra ver como estava o tempo, ficamos num andar baixo, ao me registrar
no hotel pedi um andar que estivesse mais ou menos vazio...já antecipando os
barulhos...rs...e ao sair do banho e chegar perto da janela, sinto as mãos do
DONO me abrindo, o corpo DELE se encaixando e ELE me possui ali, na
janela...sem nos importarmos com quem poderia passar...após ser possuída por
quem me tem verdadeiramente, descemos pra tomar café, mas uma posse não sai do
quarto sem que as pessoas possam entender que ela pertence, e lá vamos nós pro
salão do café da manhã, mãos dadas e a gatinha ostentando um enforcador no
pescoço, sim um enforcador, daqueles comprados em pet shopping mesmo, largo e
pendurado no pescoço.
O DONO escolheu uma mesa
no canto, sentou se eu eu como escrava fui preparar o café DELE, peguei tudo
que ELE disse que desejava comer, e me dirigi a mesa, em pé arrumava as coisas
de forma a fazer uma mesa bonita, as pessoas a nossa volta já começaram a
olhar, pois ver um homem ser servido nos dias de hoje por uma mulher já é algo
que chama a atenção. Até agora acho que olhavam o enforcador e pensavam, ela
tem mal gosto pra bijouterias...rs...rs...
Pedi permissão pra me
sentar ao lado DELE, e fiquei ali contemplando ele comer, as pessoas a nossa
voltam ainda olhavam mas devem ter pensado, mais uma louca que tá fazendo
dieta..rs...pois eu nada comia.
Quando o DONO terminou
fui me servir, e ao chegar a mesa, olhava pras coisas que tinha escolhido...até
que o DONO disse, bem como gatinha não tem mãos, vou te alimentar...e sim ELE
me deu café da manhã na boca, me deu frutas com aveia na colher, me dava o suco,
e cortou o misto em pequenos pedaços e com as mãos DELE, me entregava a comida
na boca...os olhos da gatinha estavam vidrados no DONO dela, olhar de amor,
olhar de bichinho sendo cuidado, eu comia e conversávamos, dávamos gargalhadas
juntos, as pessoas olhavam mas nada daquilo interferia no nosso mundo...mas a
gatinha deu uma bobeira, e já tendo acabado de ser alimentada pelas mãos do
DONO, mas ainda conversando, olhou pra baixo e tinha uma fatia de queijo no
prato, peguei, fiz um rolinho, mas antes que eu a tirasse do prato, um tapa
certeiro e estalado veio de encontro a patinha, senti todos pararem de respirar
no salão, levantei o olhar e me deparei com o sorriso sádico mais delicioso do
mundo, e um DONO que se divertindo disse, gatas não pegam comida da mesa...e me
deu o queijo...rs...
Subimos pro quarto e
começamos a arrumar as coisas, íamos pra um motel, afinal de contas, não
faltaria estalos, choros e gemidos no nosso dia. Quando tudo estava pronto o
DONO meu deu duas ordens, vá até uma copiadora e imprima nosso contrato, e na
porta do hotel pergunte a um taxista o nome de um motel bom para irmos, eu
disse, uai DONO meu, moro aqui, conheço o motel, ELE me olhou sorridente e
disse, mas quero que pergunte, certamente já imaginando a cara do motorista....
E lá fui eu, ainda de
enforcador, imprimir o contrato, andava pelas ruas com o maior e mais iluminado
sorriso, as pessoas as vezes me olhavam estranhamente, não sei se pelo meu
sorriso, não sei se pelo enforcador, as vezes eu mesmo apertava ele no pescoço,
não que precise ter algo no pescoço pra me lembrar do que sou, a quem pertenço,
mas gosto da sensação dele ali...pesado, como o meu compromisso.
Chegando na copiadora,
tive que abrir o email numa sala em anexo as máquinas, fui atendida por uma
menina de nome Fernanda, acessei o email, e depois pedi pra ela, por favor
apague o arquivo, é algo muito pessoal, e ela claro, não se preocupe, mas
logico fiz de propósito...rs..dito e feito, ao sair a primeira cópia, saiu com
defeito, e ela foi la em cima pra ver se era do arquivo ou um problema da
máquina, em minutos volta ela, com o contrato na mão, olhando fixamente pro
enforcador no meu pescoço e dizendo, é você tem razão, é um arquivo muitooooo
pessoal...rs..rs...rs...
Saindo da copiadora com
nosso contrato impresso, a gatinha vai em busca do táxi, confesso, saí de lá
mais empinada do que entrei, minha cauda imaginária fica pra cima na hora em
momentos assim....na frente do hotel, pergunto ao motorista o valor da corrida,
pego um cartão e subo, DONO no quarto, porta fechada, a gatinha está sem a
chave eletrônica, no corredor 3 carrinhos das camareiras limpando os quartos,
duas delas passam o tempo todo por mim, bato na porta e o DONO pergunta, quem
é, eu respondo, a gatinha...ele muito sádico responde, e desde quando gatinha
fala....começo a rir, claro que não fala né...mas do meu lado estão duas
camareiras, eu digo, DONO....e ele gatinha não fala, e la vai a gatinha miar e
miar...rs..as camareiras se futucam o DONO abre a porta todo sorridente e eu
digo, o corredor tava cheio de funcionários do hotel, e ELE claro responde, eu
sei...rs...
Arrumamos as coisas,
decidimos antes passar num sex shopping, pra comprar um plug pra cauda da
gatinha, o DONO me diz, se arrume gatinha e eu faço um pedido, DONO meu, já que
cheguei sozinha, com uma roupa decotada de piranha solitária, posso colocara
mesma roupa e agora ser uma piranha acompanhada...DONO ri e diz pode gatinha,
mas coloca o enforcador...aiiii...na hora penso, o que ELE tá inventando, me
gelo, me melo, me arrepio e lá vou eu trocar de roupa, sempre de janela aberta,
fico pronta, macacão de onça, enforcador no pescoço, bolsa com os brinquedos prontos,
DONO abre a porta, gatinha escrava pega a bolsa, imagina que o DONO ia carregar
algo comigo por perto, e ao sair do quarto, imediatamente ELE me puxa pelo
enforcador, puxa mesmo, deixa ele o mais apertado possível sem machucar, anda
um passo a frente, e atrás SUA gatinha, SUA escrava, toda orgulhosa de te
pertencer.
Ao entrarmos no elevador,
já nos deparamos com duas pessoas na dentro, os olhares na hora se direcionam
para nós, a cauda imaginária quase cola no teto de tão excitada e feliz, DONO
posso sentir pela forma que os ombros estão retos, orgulhoso da posse que tem.
As portas do elevador se
abrem, o saguão do hotel deve ter pelo menos umas 40 pessoas, todos os olhares
se voltam para o DONO que carrega pela argola sua escrava, me empino, mas não sorrio,
não quero que as pessoas pensem que aquilo é um brincadeira, quero que entendam
que é real, sério, um compromisso. Ao perceber os olhares, as pessoas se
futucando, meu corpo estremece de prazer, prazer em ser tão TUA, de não me
envergonhar do meu lugar, fico ensopada, buceta inchada, seios com os bicos
duros, DONO orgulhoso um passo a frente, posse feliz e servil um passo atrás,
enforcador agarrado no pescoço, a mala sendo levada pela escrava, tudo naquele
momento por si só já seria perfeito, vejo o DONO me guiando para fora do hotel,
na calçada vários táxis parados, mas o DONO passa por eles, e me diz, vamos
tirar dinheiro.
Ai eu penso, vamos viver
mais disso, vou poder mostrar mais ao mundo que pertenço, que tenho um orgulho
absurdo de ser tão TUA e tão entregue.....
Continua....
TUA escrava
{agatha}_DOMMARCELO

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