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Uma ordem para a escrava...

Ás vezes escrever no papel me trás realidade, torna o que está escrito mais palpável e real, ver as letras se formando, depois palavras, e ao fim temos um pedaço da nossa história eternizado, por isso decidi escrever esse texto no papel, para só então passá-lo para cá.
Quando nos conhecemos, sem sombra de dúvidas sinto que o destino nos uniu. A empatia foi imediata, o desejo quanto mais revelado mais se completava, nós unia como deve ser um MESTRE e sua escrava.
O SENHOR lutou por mim comigo mesma, conheceu uma menina imatura, irresponsável e medrosa e a transformou em SUA escrava. Fez vir a tona em mim sabedoria, responsabilidade e uma coragem absurda, o MESTRE é base das minhas virtudes, sou apenas o reflexo das suas qualidades e do seu caráter.
Como submissa me ensinou ( com muita paciência eu reconheço..rs...) que para alguém que pertence, o prazer só é importante se for para o DONO, li e ouvi muitos não quando lhe implorava para gozar, me ensinou a dominar minha ânsia pelo meu prazer, e aprender que só existe e apenas importa o SEU prazer. O corpo que já não me pertence mais foi sendo moldado ao seu ritmo, aos seus desejos, mas sempre sobre a sua vigilância.
Dê alguns dias pra cá foi mais rude ao me mostrar o seu poder sobre o corpo que apenas guardo e preservo, me fez gozar com raiva, magoada, infinitamente triste, e em todos esses momentos me mostrou que o gozo era o SEU gozo.
Ontem sua ordem me honrou, me ordenou que gozasse sozinha, porque sabia que o gozo hoje pra mim ainda que seja sem a sua presença, jamais será meu, poderá até ser nosso se o SENHOR assim desejar partilha-lo comigo, mas é SEU, apenas SEU.
Pra mim era impossível cumprir uma ordem como essa simplesmente me deitando em minha cama e me tocando, tinha que me mostrar servil e escrava. SUA escrava se banhou, se perfumou, amaciou a pele para receber seu toque, ainda que dado pelas mãos dela, seria o SEU toque, penteou os longos cabelos e como o MESTRE aprecia os deixou soltos.
Em nosso quarto, troquei a coleira social pela coleira vermelha, afinal de contas uma escrava jamais pode servir seu MESTRE sem uma coleira e considero a vermelha a coleira para ser usada, e assim já ornamentada com minha jóia mais preciosa, me ajoelhei no chão, levei minhas mãos para trás e  repeti:
- Eis me aqui, este dia e todos os outros estou aqui apenas como sua escrava.
Senti TUA mão tocar minha cabeça, beijei o chão que simbolizam seus pés, e me deitei no chão.
Sem pressa percorri o corpo que lhe pertence, apenas a mão do MESTRE, tocando SUA posse.
A cada lugar tocado com leveza e delicadeza, meu desejo aumentava, meu sexo se encharcava e como o SENHOR faria fui aumentando a intensidade do toque, apertei os mamilos, torci, puxei, e a partir daí gemidos já saiam dos meus lábios....minhas pernas automaticamente foram abertas, completamente exposta pro MESTRE.
Desci lentamente as mãos pela barriga, apertei com força as coxas, elevei o quadril e deixei marcas de apertões na bunda, o corpo tremia, respiração arfava, os quadris se movimentavam ansiosos pelo toque no sexo. Mas o MESTRE não tem pressa, degusta do que é SEU conforme sua vontade. Brinquei com os poucos pelos que tenho no sexo, puxei, belisquei os lábios, toquei o grelo com apenas um dedo, devagar, apenas para sentir ele duro e molhado.
Me abri ainda mais e com força penetrei a buceta com dois dedos, gemendo e rebolando no compasso da minha mão, os dedos entravam e saiam rápidos, escorregadias, eu estava completamente encharcada. No momento que senti que o gozo viria parei...acalmei a respiração, levei os dedos ao grelo e brinquei...no começo devagar como me ordena que faça, depois forte, rápido...meus lábios repetindo TUA...TUA...TUA...minha mão esquerda sem que eu percebesse subiu e tocou a marca da escrava, agora sim era hora de lhe dar SEU gozo...ele veio, intenso, quente, derramando pelo chão, gritei...É PRO SENHOR QUE GOZO....
Como sempre acontece após meu gozo, sorrio, e te agradeço por ter me permitido o prazer...acalmei minha respiração...senti meu coração ir desacelerando pois a mão ainda estava sobre a marca da escrava.
Me levantei do chão, deitei em nossa cama, me aconcheguei em meus travesseiros, como me aconchego em seu colo, te desejei boa noite, fechei meus olhos e dormi, serena, plena, com a felicidade de lhe obedecer e lhe pertencer....
Hoje acordei ainda molhada, nas mãos trazia o cheiro do gozo e no pescoço a coleira vermelha.
TUA escrava eterna
{agatha}_DOMMARCELO


1 comentários:

Fernanda Mello disse...

Adoreeeiiiii seu blog!!!Estarei sempre por aqui...da uma passadinha la no meu tambem, tenho certeza que vai gostar!!!
http://segredosdapretinha.blogspot.com.br/
Desde ja agradeço...
beijinhossss

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